sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Saudades das peruanas

Nossas colegas de quarto saíram daqui para morar mais perto do trabalho. Detalhe: elas vão pagar um terço do que pagamos pelo hostel.
Nossos regalitos de Dios se foram e deixaram duas camas vazias, que eu morro de medo que sejam ocupadas por velhos tarados esquisitos. Já apareceu uma japinha aqui, perguntando quais eram nossos hábitos noturnos e se somos muito barulhentos. Aiai
Enquanto isso eu deixei 97% do meu primeiro salário lá na recepção, como pagamento por mais um mês de estadia. Espero não desfrutar desses trinta dias aqui, mas nunca se sabe. Tuty, Aiala e eu já estamos doidos para achar um apartamento, mas não está sendo fácil. Se a gente demorar mais de uma semana para achar, nem vale a pena mais mudar do hostel, na verdade.
Bom, de lado as reclamações a respeito de nossa situação de moradia e finança, sinto mesmo saudades das meninas. Noelia leu as nossas mãos e Candy cortou os cabelos dos meninos ontem (só o Guilherme que ainda está com um Mullet danado). Gostei do que a palma da minha mão me disse, mas fiquei com uma pulga atrás da orelha: ela disse que eu me cuido muito,  mas não aproveito a vida ao máximo. Hummm...
Nenhuma das revisões foi surpreendente, nem mesmo a de que o Arthur é podre por dentro e vai ter problemas em quase todos os órgãos internos.
Bom, eu vou refletindo sobre isso no meu caminho para o trabalho (com meu novo super passe de ônibus e tomando sorvete de café). Já estou em cima da hora
Letícia

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